Mostrando postagens com marcador arte plástica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte plástica. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Calendário Maia - Sabe como funcionava?

CALENDÁRIO MAIA – O TEMPO CIRCULAR

Sejam todos bem vindos ao blog oficial de Mara Moraes, artista plástica e educadora ambiental, que tem por objetivo discutir assuntos variados, bem como trazer informações e cultura para todos!

Sabe como funcionava o CALENDÁRIO MAIA?

CALENDÁRIO MAIA HAAB
 Feito no bloco de poliuretano
 (parte interna da prancha de surf) 

O tempo era sagrado para os maias, o calendário seguia uma lógica circular e não linear, formando ciclos repetitivos que assumiam um caráter religioso que era fundamental para a organização da sociedade Maia.
Os maias possuíam dois tipos de calendários em forma de roda (engrenagem): O Tzolkin era um calendário ritualístico, que tinha a função de organizar o  cotidiano religioso dos maias e  o Habb calendário terrestre (solar), tinha por característica a observação dos fenômenos físicos do Planeta, como por exemplo, a utilização da agricultura, o estudo das estações do ano e suas interações, bem como os fenômenos meteorológicos, ambos totalizando 18.980 dias, formando um ciclo de 52 anos.
O calendário possuía ciclos diferentes sendo caracterizado da seguinte forma, o Tzolkin com sua engrenagem menor possuía um ciclo de 13 meses de 20 dias, completando um ano santo de 260 dias.

O Habb possuía um ciclo que era dividido em 18 meses de 20 dias, mais um período de 5 dias, dando um total de 365 dias formando o ano civil. Por conseguinte, no prazo de 52 anos, a engrenagem Haab perfaz somente 52 revoluções enquanto o Tzolkin necessita 73 revoluções. No entanto, dentro de 52 anos, ambas as engrenagens (calendário) completam os ciclos de 18.980 dias onde é acrescido no final de cada ciclo 13 dias para compensar os anos bissextos, pois a órbita da Terra ao redor do Sol não é exata exigindo uma correção no calendário.
Mediante essas informações percebemos o grande conhecimento matemático, físico e astronômico da Civilização Maia, nos levando a uma profunda reflexão sobre o passado histórico do Continente Americano.


 INFORMAÇÕES COMPARATIVAS – EXATIDÃO DO CALENDÁRIO MAIA


- Calendário Juliano (até 1582)                                              365,250000 dias
- Calendário gregoriano (desde 1582)                                 365,242500 dias
- Calendário Maia                                                                      365,242129 dias
- Calendário Astronômico Absoluto                                      365,242198 dias


O tempo é redondo
Graças à exatidão do calendário, o mais perfeito entre os povos mesoamericanos, os maias eram capazes de organizar suas atividades cotidianas e registrar simultaneamente a passagem do tempo, historiando os acontecimentos políticos e religiosos que consideravam cruciais.
Entre os maias, um dia qualquer pertence a uma quantidade maior de ciclos do que no calendário ocidental. O ano astronômico de 365 dias, denominado Haab, era acrescentado ao ano sagrado de 260 dias chamado Tzolkin. Este último regia a vida da “gente inferior”, as cerimônias religiosas e a organização das tarefas agrícolas.
O ano Haab, e o ano Tzolkin formavam ciclos, ao estilo de nossas décadas ou séculos, mas contados de vinte em vinte, ou integrados por cinqüenta e dois anos.
Eles estabeleceram um “dia zero”, que segundo os cientistas corresponde a 12 de agosto de 3113 a.C. Não se sabe o que aconteceu, mas provavelmente esta se trata de uma data mítica.
A partir deste dia os ciclos se repetiam. Entretanto, a repetição dominava a linearidade. Podiam acontecer coisas diferentes nas datas anteriores de cada período de vinte ou cinqüenta e dois anos, mas cada seqüência era exatamente igual à outra, passada ou futura.

Assim diz o Livro de Chilam Balam: “Treze vezes vinte anos, e depois sempre voltará a começar”. A repetição cria problemas para traduzir as datas maias ao nosso calendário, já que fica muito difícil identificar fatos parecidos de seqüências diferentes. A invasão tolteca do século X se confunde nas crônicas maias com a invasão espanhola que ocorreu 500 anos depois.
Por isso, os livros sagrados dos maias eram simultaneamente textos de história e de predição do futuro. Na perspectiva maia, passado, presente e futuro estão em uma mesma dimensão.
Por outro lado, os historiadores contemporâneos recorrem às profecias maias para conhecer episódios do passado desta sociedade, com a profecia se expressando como uma forma de memória.





terça-feira, 16 de julho de 2013

Matéria de Jornal do Litoral - Valorização do artista litorâneo

CONTEÚDO DA MATÉRIA EDITADA NO JORNAL DO LITORAL EM MARÇO/2012:

As pessoas estão tão preocupadas em vislumbrar o externo que acabam por esquecer e valorizar quem realmente faz acontecer aqui em nosso litoral.
Precisamos quebrar resistências e agilizar com eficiência e integração de pessoas que realmente estão se envolvendo e integrando de forma paulatina as conquistas locais, quebrando barreiras e tornando-se lideranças em nosso ambiente, reflexo do comprometimento com nossas atividades internas.
Reconhecer resultados aqui é como ampliar a qualidade, resgatar estímulos e fazer-se manifestar grandes talentos, motivando sensações e contribuindo para uma importância especial, agraciada pelo estimulo de nossa cultura local.
Neste artigo quero lhes mostrar o constante trabalho que vem sendo concretizado por nossa artesã Mara Moraes, artista e motivadora de parcerias e realizações propagando seu trabalho constantemente e difundindo nossas riquezas humanas e artísticas.

Mara Moraes, artista plástica, autodidata na arte, graduada em Gestão Pública e inovadora nesse tipo de reciclagem de pranchas de surf, a qual, a partir de uma carranca africana, exposta em um campeonato de surf no ano de 2007 no Balneário de Ipanema, em pontal do Paraná que tudo começou, pois foi através desta que se iniciaram os grandes desafios da vida da artista, como resultado de todo esse esforço dedicado em quatro anos, nas 222 esculturas feitas por ela, obteve como consequência, oportunidades excelentes em expor e vender suas peças em mais de 40 eventos municipais, ligados ao surf e skate, intermunicipais e até fora do estado do Paraná.
É importante ressaltar que os artesãos e artistas plásticos do litoral  precisam do devido respeito, apoio, patrocínio e oportunidades, para podermos continuar mostrando pelo Brasil afora que aqui a cultura é valorizada sim! ALOHA!



Valorizar nossa cultura não é um favor prestado, mas um dever de consciência artística. 


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...